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Vaticano: Papa telefona a condenados à morte

Vaticano: Papa telefona a condenados à morte

Responsáveis da Santa Sé apresentaram jubileu dos reclusos, no Ano Santo da Misericórdia, que já levou 20 milhões de pessoas a Roma. O Vaticano apresentou hoje a celebração do jubileu dos reclusos, que vai decorrer entre sexta-feira e domingo, um tema particularmente querido do Papa, que tem telefonado a condenados à morte em vários países.

“Muitas vezes, o Papa Francisco esteve em contacto telefónico nos últimos meses com condenados à morte”, revelou o arcebispo Rino Fisichella, presidente do Conselho Pontifício para a Nova Evangelização (Santa Sé), organismo responsável pela organização dos eventos do Jubileu da Misericórdia.

Em resposta aos jornalistas, o responsável precisou que Francisco esteve em contacto e se “interessou” por pessoas que foram condenadas à morte.

“Não conseguiu salvar um que foi condenado à morte e sofreu a pena”, relatou o presidente do Conselho Pontifício para a Nova Evangelização - caso que terá acontecido nos EUA.

Em fevereiro deste ano, o Papa tinha proposto a “abolição” da pena de morte em todo o mundo, por ocasião da celebração do ano santo extraordinário, o Jubileu da Misericórdia (dezembro 2015-novembro 2016), em defesa de uma cultura de “respeito da vida”.

“Apelo à consciência dos governantes, para que se chegue a um consenso internacional pela abolição da pena de morte e proponho aos que entre eles são católicos que cumpram um gesto corajoso e exemplar: que nenhuma condenação seja executada neste Ano Santo da Misericórdia”, declarou, perante milhares de fiéis reunidos no Vaticano.

D. Rino Fisichella sublinhou que o interesse em relação aos reclusos “vai para lá” da celebração do Jubileu, como tem sido visível nas suas viagens internacionais e nas deslocações a prisões italianas.

A celebração com presos e ex-reclusos de 12 países, incluindo Portugal, vai incluir a presença de condenados a prisão perpétua.

O Vaticano não prevê qualquer “medida especial” de reforço de segurança, adiantou o arcebispo italiano.

No sábado, os participantes - reclusos e seus familiares, funcionários penitenciários, capelães e voluntários da pastoral prisional e membros de associações católicas - vão ter a oportunidade de confessar-se, nas igrejas jubilares de Roma, seguindo em peregrinação para a porta santa da Basílica de São Pedro.

Segundo D. Rino Fisichella, desde dezembro de 2015 cerca de 20 milhões passaram por esta porta santa, no Vaticano, assinalando o ano santo extraordinário.

A Missa conclusiva do jubileu dos reclusos vai ser presidida pelo Papa Francisco, no domingo, pelas 10h00 (hora local, menos uma em Lisboa).

Nesta celebração vão ser consagradas hóstias confecionadas por alguns presos de Milão.

A Eucaristia vai contar ainda com a inédita exposição de um crucifixo de madeira do século XIV que, à exceção do primeiro jubileu, em 1300 (convocado por Bonifácio VIII), viu todos os anos santos da Igreja Católica.

Junto à cruz vai estar uma imagem de Nossa Senhora das Mercês, padroeira dos reclusos.

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