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Dívida dos hospitais às farmacêuticas volta a derrapar e atinge 1251 milhões

HBO will broadcast a new standup special by Louis C. K. HBO will broadcast a new standup special by Louis C. K.

 

 

 

Estado já gasta quase tanto dinheiro com medicamentos fornecidos nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde como com as comparticipações de todos os remédios vendidos nas farmácias.

 

Em 2012, o Estado gastou cerca de 2200 milhões de euros com medicamentos, 1200 milhões com os remédios vendidos nas farmácias e mil milhões com fármacos fornecidos nos hospitais, revela o Ministério da Saúde. Controlada a despesa com remédios nas farmácias, graças a sucessivas descidas administrativas de preços, mantém-se a factura com medicamentos nos hospitais e as dívidas das unidades de saúde à indústria farmacêutica voltaram a crescer, tanto em valor como em prazos médios de pagamento este ano. A tendência ascendente verifica-se há seis meses consecutivos.

Em Julho, o valor da dívida acumulada subiu para 1251 milhões de euros e o prazo médio de pagamento passou para 526 dias, de acordo com os dados divulgados na quarta-feira pela Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma). Que razões explicam este crescimento contínuo, depois de, no ano passado, o Estado ter usado 1500 milhões de euros no programa extraordinário de regularização da dívida? "Um problema crónico de subfinanciamento dos hospitais, que não é solucionado com pagamentos pontuais e que exige uma solução estrutural", diz o presidente da Apifarma, João Almeida Lopes.

"Não é um crescimento inusitado nem inesperado", sustenta Margarida França, vice-presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, que nota que é "muito difícil" inverter a tendência para a subida dos gastos de medicamentos nos hospitais, onde se faz sentir o peso da inovação terapêutica.

 

 

 

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