Menu
Costa quer Bancos a pagar dívidas da banca

Costa quer Bancos a pagar dívidas d…

A Caixa Geral de Depósito...

Dívida dos hospitais aumenta

Dívida dos hospitais aumenta

Pagamentos em atraso atin...

Nova penhora a mansão de luxo de Pinto da Costa

Nova penhora a mansão de luxo de Pi…

Casa é atualmente ocupada...

Dívida 30 milhões das prisões:  Ministra sem “nenhuma evidência de fome nas prisões"

Dívida 30 milhões das prisões: Min…

A ministra da Justiça gar...

O outro lado do plano PERES

O outro lado do plano PERES

A decisão de adesão [ao P...

Contribuintes detectam falhas no plano de pagamento de dívidas fiscais

Contribuintes detectam falhas no pl…

Sindicato diz que as “inc...

Avisos do fisco podem usar ‘perdão fiscal’

Avisos do fisco podem usar ‘perdão …

Empresas analisam impacto...

Fisco acelera notificações de cobrança de dívidas fiscais de 2012

Fisco acelera notificações de cobra…

A Autoridade Tributária e...

A dívida da Câmara de Lisboa foi paga pelo Governo?

A dívida da Câmara de Lisboa foi pa…

Segundo Passos, Costa só ...

“Perdões” fiscais deram 3000 milhões ao Estado em 12 anos

“Perdões” fiscais deram 3000 milhõe…

São a “derradeira oportun...

Prev Next

On Screen Feedburner Popup by Infofru

Receive all updates via Feedburner. Just subscribe below.

Subscribe to Receive Free Email Updates:

Author Site:Reviewresults

Close

Medina Carreira e João Duque preocupados com dívidas das autarquias a fornecedores Destacado

"The Walking Dead" premiere sets ratings record - CBS News "The Walking Dead" premiere sets ratings record - CBS News

A dívida das autarquias a fornecedores está a causar danos nas economias locais, alertam os economistas João Duque e Medina Carreira, que se mostram particularmente preocupados com o impacto no emprego de proximidade.

 

Para João Duque, as dívidas das autarquias têm um impacto local, nomeadamente a nível da "sustentabilidade do emprego". Mas com as dificuldades de obtenção de crédito junto da banca, "é normal que aumente as dívidas aos fornecedores, que é a forma mais rápida" de as autarquias continuarem a funcionar.

Segundo o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, no final de 2010 61 das 308 câmaras tinham dívidas a fornecedores superiores a 50% das receitas próprias, uma situação que se terá agravado nos últimos anos, devido à crise e contração dos valores cobrados de impostos municipais.

A expectativa de receber manteve os fornecedores a funcionar mas a falta de liquidez do mercado está a tornar "insuportável" a gestão de muitas pequenas empresas, alertou João Duque, que acrescenta: "Se as câmaras tiverem uma gestão que não é veloz, não antecipam as boas decisões e o impacto expectável é manter tudo na mesma".

Já Medina Carreira é mais lacónico, reconhecendo que "é muito simples choramingar" e nada há a fazer porque "não há dinheiro".

O economista lembrou ter chamado a atenção há alguns anos para o "colapso" que ia acontecer nas economias locais e agora "não se deve perder tempo a chorar": As "decisões políticas devem ser tomadas quando há tempo de corrigir. Deixou-se as câmaras fazer despesas e agora não há dinheiro. Nem o Estado, nem as câmaras têm dinheiro".

O presidente da Associação Comercial do Porto, Rui Moreira, sublinhou outra consequência "penosa" para o país: os potenciais fornecedores elevam desde logo o preço a cobrar ao sector público.

"Os potenciais fornecedores carregam no dinheiro porque sabem que vão receber mais tarde. O sector público paga mais e vai pagar mais tarde. É um sistema terrível", analisou.

A 28 de Fevereiro, o coordenador do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, João Carvalho, notou que "boa parte da dívida começa a ser suportada pelos fornecedores, o que prejudica os sectores locais e regionais".

"Temos, consequentemente, um aumento do prazo médio de pagamentos, que já ultrapassa neste momento os 120 dias, tendo 109 municípios com um prazo médio superior a seis meses para pagar os seus compromissos. Esta é a situação que eu considero mais preocupante a nível do sector local", disse, na apresentação do anuário, em Lisboa.

João Carvalho considerou que "alguns municípios precisam de uma intervenção" para resolver esta questão da dívida a fornecedores.

"Os municípios, de uma forma geral, precisam na globalidade de entre 1,5 a dois mil milhões de euros para pagar as suas dívidas de curto prazo. Têm uma liquidez negativa nesse valor e é preciso alguma intervenção", defendeu.

Deixe comentário

Confirme que introduziu (*) informação requerida cfr assinalado. Código HTML code não é permitido.


Anti-spam: complete the taskJoomla CAPTCHA
Regressar ao topo