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Lesados do BES vão ter o seu próprio banco mau

Lesados do BES vão ter o seu próprio banco mau Lesados do BES vão ter o seu próprio banco mau

A solução acordada entre os reguladores e o Governo passa pela criação de um veículo financeiro que fica com os créditos sobre a ESI e a Rioforte, diz a edição de hoje do jornal Sol.

 

A solução para o pagamento aos lesados, segundo o jornal Sol, passa pela criação de um veículo financeiro que fará o pagamento inicial aos lesados (uma tranche) e que ficará com os créditos sobre a massa falida das empresas ESI e Rioforte.

O que parece significar que este veículo compra os títulos aos lesados e depois vai o veículo à massa falida das empresas insolventes.

Segundo o Sol este veículo será capitalizado com recurso a fundos que já existem, embora ainda não esteja determinado em que montantes. Os fundos virão do Fundo de Garantia de Depósitos, e do Sistema de Indemnização aos Investidores, diz o jornal.

Uma vez capitalizado o veículo irá fazer o primeiro reembolso (não está aparentemente ainda definido em que montante), embora, diz o Sol, deva haver uma solução progressiva em função do investimento, para proteger os pequenos investidores.

Segundo a notícia este modelo está a ser definido com a ajuda da Deloitte.

O montante inicial está ligado à cláusula "No Creditors Worse Off", que define que os credores de uma instituição financeira não podem suportar perdas na Resolução superiores às que teriam em liquidação.

As expectativas andam à volta de um reembolso de 100 mil a 200 mil por lesado, diz o jornal admitindo que são valores provisórios.

Este modelo deverá permitir ressarcir por completo uma larga faixa de lesados do BES com investimentos mais baixos. O perfil das aplicações de papel comercial mostra uma média de 200 mil euros por investimento

O acordo final para o reembolso deverá ficar pronto dentro de duas a três semanas, diz o jornal.

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