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Limpar malparado com o Banco de Fomento é “disparate gigantesco”

Limpar malparado com o Banco de Fomento é “disparate gigantesco”

Presidente da Estrutura de Missão para a Capitalização das Empresas diz que essa é a antítese da natureza do que deve ser uma instituição financeira de desenvolvimento.

 

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A redução do endividamento das empresas e a limpeza do malparado do balanço dos bancos não pode passar pela utilização do Banco de Fomento, defende José António Barros, presidente da Estrutura de Missão para a Capitalização das Empresas (EMCE).

“É um disparate gigantesco, só pode vir de alguém que não sabe o que está a dizer”, respondeu, quando confrontado pelo PÚBLICO com a discussão que está em cima da mesa, desde que o primeiro-ministro, Antonio Costa, falou no assunto. Segundo o Jornal de Negócios, há quem defenda, na Comissão Europeia, esta opção. E a reacção do presidente da estrutura encarregue de estudar e apresentar medidas que ajudem à capitalização das empresas não podia ser mais clara: “Isso é a antítese do que deve ser um banco de fomento, um banco promocional, um banco bom”.

Numa altura em que no seio do Governo ainda não houve uma definição clara sobre como vai funcionar a Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), conhecida como Banco de Fomento (uma estrutura herdada do governo anterior), é José António Barros quem mostra mais certezas sobre o que é e como deve funcionar: “O Banco de Fomento já existe, e já tem funções, como a de ir buscar aos fundos estruturais dinheiro para transpor para a economia, através da banca de retalho. O IFD tem de ser um grossista, sempre. Nunca um banco de retalho, com balcões abertos onde as empresas vão buscar financiamento. A intervenção é a montante”, explica.

A criação e operacionalização de um Banco de Fomento está entre as mais cem medidas que a EMCE definiu na estratégia que já apresentou ao Governo. Para além da função de captar financiamento dos fundos estruturais e trazê-los para a economia nacional, o Banco de Fomento deverá também ir buscar fundos a grandes instituições financeiras de desenvolvimento internacionais, os chamados EDFI, como são o Banco Europeu de Investimento ou o alemão KFW  e trazê-los para dentro de Portugal. “Nós já temos em Portugal uma EFDI, a Sofid,  mas é uma instituição muito pequena, com um capital de 50 milhões de euros. É preciso mais”, defende Barros, recordando que na Europa apenas quatro países não têm um Banco de Fomento a funcionar – e Portugal é um deles.

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