Menu
Costa quer Bancos a pagar dívidas da banca

Costa quer Bancos a pagar dívidas d…

A Caixa Geral de Depósito...

Dívida dos hospitais aumenta

Dívida dos hospitais aumenta

Pagamentos em atraso atin...

Nova penhora a mansão de luxo de Pinto da Costa

Nova penhora a mansão de luxo de Pi…

Casa é atualmente ocupada...

Dívida 30 milhões das prisões:  Ministra sem “nenhuma evidência de fome nas prisões"

Dívida 30 milhões das prisões: Min…

A ministra da Justiça gar...

O outro lado do plano PERES

O outro lado do plano PERES

A decisão de adesão [ao P...

Contribuintes detectam falhas no plano de pagamento de dívidas fiscais

Contribuintes detectam falhas no pl…

Sindicato diz que as “inc...

Avisos do fisco podem usar ‘perdão fiscal’

Avisos do fisco podem usar ‘perdão …

Empresas analisam impacto...

Fisco acelera notificações de cobrança de dívidas fiscais de 2012

Fisco acelera notificações de cobra…

A Autoridade Tributária e...

A dívida da Câmara de Lisboa foi paga pelo Governo?

A dívida da Câmara de Lisboa foi pa…

Segundo Passos, Costa só ...

“Perdões” fiscais deram 3000 milhões ao Estado em 12 anos

“Perdões” fiscais deram 3000 milhõe…

São a “derradeira oportun...

Prev Next

On Screen Feedburner Popup by Infofru

Receive all updates via Feedburner. Just subscribe below.

Subscribe to Receive Free Email Updates:

Author Site:Reviewresults

Close

Grécia ajuda os que mais sofreram com a crise e reafirma que quer pagar dívidas

O primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, anunciou, este domingo, a criação de um programa de ajuda social aos que foram mais afetados pela crise no país e a recontratação dos trabalhadores da função pública que foram despedidos.

Na apresentação do programa de Governo, Alexis Tsipras explicou que o plano de ajuda imediata pretende fazer face a uma "crise humanitária", atribuindo ajuda alimentar e eletricidade gratuitas, assim como acesso aos serviços de saúde para os que "foram mais castigados pela crise".

Tsipras anunciou também que os trabalhadores cujos despedimentos violaram a lei vão ser recolocados nos postos de trabalho, entre os quais empregadas de limpeza, funcionários de universidades e seguranças das escolas.

O novo primeiro-ministro grego disse ainda que pretende reativar a televisão pública grega, encerrada em junho de 2013 e que qualificou como "um crime contra os gregos e a democracia", e aumentar progressivamente até 2016 o salário mínimo, dos 580 euros atuais para 750 euros.

No discurso no Parlamento, Tsipras afirmou ainda que a Grécia quer pagar a dívida externa - que ultrapassa 180% do Produto Interno Bruto -, mas que a soberania nacional do país não é negociável e que cabe aos parceiros europeus aceitar negociar os meios técnicos para o fazer.

Alexis Tsipras assegurou que o governo quer respeitar o compromisso feito com o Tratado de Estabilidade, mas considera que a "austeridade não faz parte desse tratado", propondo por isso um "programa de financiamento transitório" até que estejam concluídas as negociações para a criação de um plano de crescimento.

Sublinhando que o povo grego lhe deu autoridade para cancelar o "desastroso programa de austeridade", Tsipras reafirmou a intenção da Grécia ter um novo contrato com a União Europeia, que "respeite as regras da zona euro, sem incluir superávit irrealizável, que é a cara da austeridade".

 

 

 

Deixe comentário

Confirme que introduziu (*) informação requerida cfr assinalado. Código HTML code não é permitido.


Anti-spam: complete the taskJoomla CAPTCHA
Regressar ao topo