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Dívida dos hospitais aumenta

Dívida dos hospitais aumenta

Pagamentos em atraso atingiram 758 milhões, o valor mais alto desde novembro de 2014.

Os pagamentos em atraso nos hospitais voltaram a aumentar em outubro. Segundo dados divulgados esta semana, as faturas vencidas há mais de 90 dias atingiram 758 milhões - mais 47 milhões do que no mês anterior e o valor mais alto desde novembro de 2014. Depois de uma ligeira descida em setembro, mantém-se a tendência. Ouvido no parlamento sobre o aumento dos pagamentos em atraso no SNS desde que o governo  tomou posse, ao ritmo mensal de 28 milhões/mês, Adalberto Campos Fernandes chegou a afirmar que a partir de setembro haveria melhorias, o que não se verificou. A tutela tem insistido que no final do ano os valores serão melhores ou iguais ao final de 2015, quando os pagamentos em atraso somavam 449 milhões. 

Na discussão do orçamento na especialidade, o ministro anunciou que os hospitais terão financiamento extraordinário para liquidar as dívidas. Para cumprir a meta do Governo, terão de saldar cerca de 300 milhões de euros.

Na sua análise mensal da evolução da dívida, o economista Pedro Pita Barros, da Nova Business School, sublinha que mesmo que haja essas verbas extraordinárias, «o elemento preocupante é a tendência de subida que persiste». O economista refere ainda que com a anunciada intenção de renovar equipamentos no SNS e sem aumentos de orçamento significativos, «não é percetível como o ano de 2017 poderá ter uma tendência diferente».

O Governo pretende avançar com uma taxa extraordinária semelhante à imposta há dois anos no setor farmacêutico junto das empresas fornecedoras de dispositivos médicos, abrangendo as entidades que não entrem num acordo anual para reduzir a despesa pública do Estado com este tipo de produtos, como próteses ou pacemakers. A proposta foi apresentada no parlamento pelo PS e prevê uma taxa de 5% sobre as faturas emitidas para as empresas que não adiram. Já o CDS propõe que no próximo ano os hospitais tenham um acréscimo no financiamento equivalente a 20% dos pagamentos em atraso, para liquidarem dívidas.

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