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Dívida 30 milhões das prisões: Ministra sem “nenhuma evidência de fome nas prisões"

Dívida 30 milhões das prisões:  Ministra sem “nenhuma evidência de fome nas prisões"

A ministra da Justiça garante que não há fome nas prisões portuguesas e as dívidas estão resolvidas.

Francisca Van Dunem falava no Parlamento, onde foi confrontada com várias queixas e até declarações do director dos Serviços Prisionais sobre uma divida de 30 milhões de euros a fornecedores.

“Reconheço que há dificuldades, reconheço mesmo que há muitas dificuldades. Mas uma coisa é dizerem que a qualidade da alimentação é má, em alguns casos, ou que não é a melhor, ou que a alimentação é, por vezes, servida fria devido à distância entre os refeitórios e as cozinhas, mas daí a dizer-se que passam fome vai uma grande diferença”, disse a governante aos deputados durante um debate sobre o Orçamento do Estado para 2017.

“Não tenho nenhuma evidência de que haja fome nas cadeias portuguesas e se houver alguma coisa nesse sentido, agradecia que me indicassem para eu agir”, apelou Francisca Van Dunem.

A ministra da Justiça explicou que a aposta na renovação do parque penitenciário continua. Em 2017 estão previstas obras em 14 prisões.

Quanto às alterações ao mapa judiciário, Francisca Van Dunem diz que o Ministério da Justiça não tem interesse nenhum em atrasar o processo e fez tudo para arrancar a vigor a 1 de Janeiro de 2017.

“Esperamos que o processo legislativo anda a um ritmo suficientemente rápido para as coisas estarem prontas a 1 de Janeiro. Do ponto de vista material, de organização, dos equipamentos, de recursos humanos, o Ministério da Justiça tem tudo pronto. Obviamente, não poderá avançar se não tiver uma lei que o habilite a fazê-lo. Neste momento, as coisas estão um pouco nas mãos deste Parlamento, por isso, eu devolvo-lhes a pergunta”, declarou a ministra.

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