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Rentabilidade da dívida desce

LG brings sharper picture of its 2013 Google TV lineup launching at CES LG brings sharper picture of its 2013 Google TV lineup launching at CES

O retorno anual das Obrigações do Tesouro desceu para menos de 12% e a rentabilidade das dívidas espanhola e irlandesa ultrapassou a portuguesa. Forte descida na Grécia, o líder do 'clube'.

A rentabilidade da dívida eslovena aproxima-se da portuguesa Expresso A rentabilidade da dívida eslovena aproxima-se da portuguesa

A rentabilidade anual das Obrigações do Tesouro desceu em 22 de janeiro para 11,95%, depois de ter atingido um pico de 13,01% em 16 de janeiro, segundo dados do índice da Bloomberg para o retorno nas últimas 52 semanas dos títulos soberanos. Diz respeito a todos os prazos das obrigações soberanas.

Em virtude dessa descida, a rentabilidade anual da dívida obrigacionista irlandesa e espanhola ultrapassou a portuguesa.

A rentabilidade das obrigações espanholas (OE) subiu para 12,73%, uma subida contínua desde 31 de dezembro de 2013.

A rentabilidade das obrigações irlandesas, depois de uma descida para 11,6%, subiu ontem para 12,09%, um nível próximo da rentabilidade registada em finais de 2013, que a tornava a segunda mais rentável, depois da dívida grega reestruturada.

Deste modo, a rentabilidade das OE subiu para segundo lugar, a seguir ao caso grego. Um "prémio" na véspera da conclusão do plano de resgate bancário de Espanha que termina hoje oficialmente.

No ranking, Portugal desceu do 2º para o 4º lugar, situando-se, agora, a seguir à Grécia, Espanha e Irlanda.

A rentabilidade da dívida eslovena aproxima-se da portuguesa. Subiu para 11,41%.

A rentabilidade da dívida italiana é a mais baixa entre os periféricos. Regista 7,36%.

 

Queda grega

Sinal marcante neste índice relativo às economias periféricas da zona euro é a queda abrupta da rentabilidade das obrigações reestruturadas gregas.

Depois de abrirem o ano em 47,72% e terem chegado a um pico de 48,54% a 16 de janeiro, caíram, ontem, para 28,28%.

A perceção da situação grega pelos investidores nos mercados da dívida está a ser toldada pelo atraso na retoma da revisão do plano de resgate, com o regresso da troika a Atenas ainda sem data definida, e pelo aumento da expetativa de eleições legislativas antecipadas depois de conhecidos os resultados das eleições europeias de final de maio, segundo o jornal grego Kathimerini.

 

 

 

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