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Seguradoras quintuplicam exposição à dívida pública portuguesa desde 2009

Seguradoras quintuplicam exposição à dívida pública portuguesa desde 2009

A exposição das seguradoras à dívida pública portuguesa ascendia a 9,4 mil milhões de euros no final do ano passado. Um valor que representa quase cinco vezes o investimento registado no final de 2009. O retorno gerado por estes títulos é a principal razão da aposta do sector que, desta forma, tem melhorado os seus resultados.

O investimento das companhias de seguros portuguesas em dívida pública nacional era, no final do ano passado, quase cinco vezes superior ao valor de 2009, ascendendo a 9,4 mil milhões de euros, de acordo com os dados divulgados esta terça-feira, 24 de Fevereiro, pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS).

“O investimento em dívida pública portuguesa tem tido um crescimento sustentado”, sublinhou Pedro Seixas Vale, presidente da APS, num encontro com jornalistas. O representante do sector admite que as companhias continuem a aumentar a sua exposição às obrigações do Tesouro, uma vez que está em causa “um bom investimento, que é uma boa alternativa à dívida pública que tem remunerações mais baixas, como a alemã”, sublinhou.

“Acredito que a dívida pública portuguesa e dos países periféricos, como Espanha e Itália, vai ter uma evolução positiva, porque a Europa vai resolver alguns dos problemas que existem nesses países”, sublinhou Seixas Vale durante uma conferência de imprensa.

Em termos homólogos, o investimento em dívida pública portuguesa aumentou 5,6% no ano passado. No conjunto, a carteira de dívida soberana cresceu 10%, para 14,8 mil milhões de euros, reflexo do aumento da exposição às dívidas de Espanha e Itália, cujas aplicações subiram 67% e 86%, respectivamente.

A remuneração proporcionada pela carteira de dívida pública e por outros activos financeiros foi a principal razão para os resultados líquidos do conjunto das companhias de seguros terem crescido 28%, para 692 milhões de euros. Das 42 seguradoras da amostra, apenas seis tiveram prejuízos.

Esta subida deveu-se, sobretudo, ao aumento de 7% dos resultados financeiros, que totalizaram 1,2 mil milhões. Já a componente técnica, que resulta da diferença entre proveitos e custos associados à própria actividade, apresentou prejuízos de 226 milhões, um agravamento face às perdas de 185 milhões de 2012.

 

 

 

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