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Emílio Macedo admite dívidas ao Estado e salários em atraso

Emílio Macedo admite dívidas ao Estado e salários em atraso

Ex-presidente do Vitória de Guimarães está a ser julgado por abuso de confiança fiscal e contou em tribunal que havia mais do que dívidas ao Estado, quando deixou o clube: o plantel não recebia há quatro meses.

 

Emílio Macedo, ex-presidente do Vitória de Guimarães, admitiu esta quarta-feira, na primeira sessão do julgamento no qual é arguido, que deixou o clube com dívidas tributárias ao Estado.

O antigo dirigente vitoriano compareceu hoje ao Tribunal Judicial de Guimarães para responder a uma acusação de crime de abuso de confiança fiscal, após ter falhado, enquanto presidia ao clube, a entrega de uma prestação do IRS, de julho de 2011, e de duas do IVA, referentes a agosto de 2011 e a fevereiro de 2012, altura em que se demitiu do cargo, num valor total superior a 500 mil euros.

Este crime está contemplado nos números 1, 2 e 5 do artigo 105.º do Regime Geral das Infrações Tributárias (RGIT), que preveem "pena de prisão até três anos ou multa até 360 dias" para incumprimento tributário de "valor superior a 7.500 euros", e pena de um e cinco anos de prisão para valores superiores a 50 mil euros.

Emílio Macedo reconheceu em tribunal que, quando se demitiu da presidência do Vitória, a 6 de fevereiro de 2012, deixou o clube com dívidas ao Fisco e quatro meses de salários em atraso aos jogadores da equipa de futebol.

O arguido alegou que a situação financeira do clube se deteriorou a partir de junho de 2011, quando um acordo previsto com a empresa Gestifute, de Jorge Mendes, para a venda de cinco jogadores por uma verba de seis milhões e meio de euros não se concretizou.

O antigo responsável vimaranense acrescentou que as dificuldades em gerir o clube tornaram-se cada vez maiores até ao final de 2011, obrigando a direção a falhar os prazos de pagamento ao Estado para pagar "água, luz e alguns funcionários que tinham necessidades", mantendo a atividade regular do clube.

As "poucas receitas", esclareceu, provinham dos jogos e das transmissões televisivas, entretanto antecipadas até ao final da época 2011/12, assumindo que foi, depois, ao Dubai para negociar com um fundo de investimento um empréstimo de 12 milhões de euros que não se viria a concretizar, o que motivou a demissão dele, bem como a da restante direção.

O vice-presidente da direção de Emílio Macedo para o futebol, Paulo Pereira, foi uma das testemunhas e revelou que os jogadores se queixavam frequentemente dos salários em atraso, obrigando o presidente a "dar a cara" e a garantir que as coisas se resolveriam.

Já o vice-presidente da altura para o património e responsável pela organização dos jogos, Alberto Oliveira, testemunhou que o ex-dirigente é "uma pessoa séria e honesta" e culpou o ambiente "péssimo" proporcionado pela massa associativa nessa fase.

O julgamento de Emílio Macedo da Silva e do vice-presidente dessa direção para a área financeira, Luciano Baltar, que não marcou hoje presença, prossegue no dia 20 de abril, pelas 14:00, no mesmo local.

 

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